quinta-feira, 27 de julho de 2006

Administradora

Já que eu estou de "administradora" do Vivere nestes dias em que o Dani está sem internet, resolvi fazer uma sacanagenzinha com ele.
Este post é para dizer a você, Daniel, o quanto é querido. Mesmo com as coisas que anda passando, nunca se esquece de perguntar por mim, como eu estou, como está sendo meu dia. Não deixa de ligar para ter notícias, não deixa de visitar o Alfarrábio.
Por isso eu afirmo, com tanta certeza, que você não é um amigo virtual. Você faz parte da minha vida, como um AMIGO (assim mesmo, tudo maiúsculo) que eu considero, admiro e gosto muito.
Você vale a pena, Daniel.

P.S.: Ninguém mandou você me dar a senha do seu blog. Agora "güenta".

Janaina Staciarini

A diferença

A diferença no tratamento com as pessoas está no tato, na percepção que temos que ter sobre alguém com quem estamos tratando, tratar com educação é a praxe, o diferencial esta em perceber as nuances, está em conseguir visualizar o que para nós é comum, transparente, mas para os outros não. Pois só assim podemos de verdade entender com quem estamos lidando, e só assim poderemos ajudar o outro a expandir seus horizontes, sua forma de pensar e seus conceitos, e se isto não for possível, vai permitir tratar e lidar, sem ofender, sem magoar o destratar sem ao menos se dar conta, simplesmente porque não compreendemos o jeito de ser e de pensar de alguém.

terça-feira, 25 de julho de 2006

Curtas

aAlguém aí precisa de um cérebro? Por aqui tem simplesmente um monte sem uso..

aSe a igreja católica contasse os devotos de São Tomé, teria que construir uma catedral das grandes, e com 5 vezes mais banheiros femininos que masculinos.

aEu continuo achando a omissão o mais cretinos dos crimes, e com o pior dos castigos: afinal se você não lidar com o que quer que seja, jamais vai saber o resultado.

aSe você não quer estimular, tudo bem, mas por mais improvável que seja o que alguém se propôs a fazer, se não vai machucar ninguém, nem ofender, nem atentar contra a vida, nem de ninguém, nem do próprio que pretende fazer a coisa, fica frio e não joga pedra, dê a figura pelo menos o benefício da dúvida.

aEu continuo com muitos questionamentos sobre o que fazer da vida, sobre o que eu quero, acho que estas coisas são meio dinâmicas, papo longo. Mas com certeza definir o que não quero, e batalhar por isto tem funcionando bem.

a“Meter a cara no trabalho” alivia o aperto da parte pessoal, mas só alivia, e se fizer muito vai é piorar as coisas.

aSerá que só para variar, vamos ter algumas decisões importantes ou inevitáveis na vida que, não serão dolorosas?

aAmar já me deu felicidades, prazeres e dores, ensinamentos, e por aí vai. Tudo em proporções diversas, com intensidade incrível, com impressão de durarem uma eternidade, e eternidades que não levaram mais que um segundo.
Agora ao passar do divórcio nominal, para o real, digamos assim. Eu fui deixar o meu filho pela primeira vez na casa da mãe depois de uma semana juntos, a primeira em muito tempo, e vê-lo com os olhos cheios d’agua no elevador dizendo “tchau, eu te amo” partiu meu coração como jamais mulher nenhuma fez nem vai conseguir fazer. E olha que já me fizeram “estragos”, risos. E como eu ainda estou vivo segura que o que vier agora “é pinto”. Mas a saudade agora está mais difícil de encarar e isto eu tenho que admitir.

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Bons amigos podem ser comparados à uma vela


É, podem sim, é só pensar um pouquinho..

Uma vela permite que você enxergue no escuro, vá devagar para não machucar, uma vela pode realçar contornos, curvas, faz com que fiquemos pertinho para poder desfrutar a luz e o calor, tem vela que deixa o perfume gostoso no ar.
Tem vela enfeitada, e tem vela que não importa como ela é e sim a luz que ela te oferece.
e quanto mais velas, mais luz, e você vai mais rápido, percebe mais coisas, e o ambiente adquire um novo perfil, um novo charme.
Grandes gestos da humanidade foram feitos á luz de velas, guerras, revoluções, leis, descobertas, show, viagens, gente...
E assim como as velas, eles sempre vão estar ali, para a hora que você mais precisar, quando bater o escuro, o frio.
portanto lembre-se deles também para o romantismo dos jantares, a intimidade das conversas, a formalidade das reuniões, das tomadas de decisões, da beleza das ornamentações, na sensualidade dos tons de luz, enfim a lista é longa, use-a, não se acanhe.

Não se deve abusar das velas assim como dos amigos, elas queimam, causam incêndios, machucam, mas só se você abusar ou for negligente.
As velas se acabam e se você se descuidar só vai sobrar uma macha de cera, precisamos cuidar dos amigos, pois com certeza eles sempre vão nos deixar muito, desde que colaboremos.

então bom dia do amigo para todos..

quarta-feira, 19 de julho de 2006

É bom

Bom, quando não nos sentimos sós;
Bom, quando aprendemos como ser companhia.

Bom quando entendem a gente pelo olhar;
Bom quando aprendemos olhar e entender o que se passa.

Bom quando traduzem o nosso estado de espírito pela forma que a ultima frase foi dita;
Bom quando aprendemos a ,só de ouvir uma frase, saber como as coisas estão.

Bom quando ganhamos espaço sem precisar pedir;
Bom quando aprendemos dar espaço sem pedirem.

Bom quando nos dão aquele silencio solidário e cúmplice, que no momento é tudo que estamos precisando.
Bom quando sabemos aquele instante em que só a nossa presença basta.

Bom quando chegamos, e foi “o dia”, e você ganha uma dose da bebida certa sem nem precisar pedir.
Bom quando aprendemos a medida certa.

Bom quando você está “um lixo”, e do nada te tratam como “o mais importante do mundo”
Bom quanto temos pessoas importantes na nossa vida e elas nem se dão conta disto.

Bom quando você está a mil por hora, agitadíssimo, e te param de um jeito assim tão trivial que você se dá conta que passou, não está rolando nenhuma crise, o mundo não está acabando, era apenas você ainda com o “acelerador” preso na velocidade alta do dia.
Bom quando aprendemos a atitude certa.

Bom quando o “vendaval passa” e alguém relaxa, ou se acalma e te dá atenção.
Bom quando aprendemos a retribuir.

Na vida da gente estamos sempre decidindo, procurando, avaliando e re-avaliando, mas de tudo, acho que nunca quero deixar de aprender todo dia como ser bom.

segunda-feira, 17 de julho de 2006

O que é certo é o que é fácil

No filme que eu vi este fim de semana saiu a seguinte frase:
"Teremos que escolher entre o que é certo é o que é fácil",
pois é, é a mesma coisa? dificilmente.
Às vezes o que é certo é fácil. principalmente quando estamos conceituando, exemplificando, comentando.
Agora, e quando temos que fazer? e quando temos que escolher?
ah, aí o bicho pega não é?
É fácil fechar os olhos, é fácil se omitir, e fácil fazer de conta que não sabe, é fácil jogar pedras, e fácil cobrar, e fácil lamentar, e fácil sentir pena de si mesmo, é fácil condenar, e fácil dar uma solução para tudo: você faz assim, não faz assado.., e por aí vai.
Como diz o ditado popular "jogo é jogo e treino é treino".Acontece que quando o jogo começa, a coisa muda de figura:
O Arbitro é a vida, o juiz a justiça, a instância apelativa: divina, repararam que todas as entidades estão no feminino?
e em comum com o feminino temos, muita memória, a praticidade da aplicação da regra, a baixa tolerância à reincidência e a ação implacável sobre a reincidência, a displicência, e quanto mais alta a instancia menor a tolerância para os que abusam e mais dura a postura com os que pleiteiam.
Eu não estou acusando as mulheres de nada, e nem criticando, é apenas uma visão
"in natura" das coisas, basta fazer o devido encaixe..
Agora vamos ao que é certo:
Dificilmente é popular, é temido, é respeitado, mas sem barulho, geralmente um assentimento silencioso e constrangedor, afinal não é o que é certo? então cadê os incentivos?, as aprovações?, os comentários nas rodas? porque só se comentam os embaraços, os vexames, as fofocas? porque não comentar acalorada e apaixonadamente as etapas de algo "certo"?
O processo de se fazer o que é certo é geralmente longo, mesmo que dure um minuto, é recheado de momentos e situações preenchidas pelo frio, pela solidão e o escuro do incerto, acho que posso chamar isto de paradoxo mas é verdade.
O certo muito freqüentemente causa dor aos dois lados, embora no geral isto só seja admitido no lado "passivo" da coisa, causa desconforto, o certo não tem platéia, porque todo mundo acredita que quem vai vencer é o que é fácil, somente porque "ganha" muitas partidas e geralmente em pouco tempo.
O jogo quando longo entedia quem o assiste. E no caso do que é certo, quando a partida termina, a platéia emudece, num silêncio causado pelo "não saber o que fazer", devido o não usual do resultado, e mais que depressa se ela dedica a uma nova partida, ou "troca o canal" pode-se dizer, voltando a atenção a uma outra arena onde outra questão está tendo seu desenrolar de forma mais usualmente "interessante".
De um certo modo, eu aprendi que vender a alma ao Diabo, é algo barato. Blasfêmias á parte, descobri que tem coisa muito pior do que isto, que é vender a alma para o que é fácil.
Eu não condeno quem fez, quem faz isto, não me atrevo sequer a dizer que não vou fazer, somos todos humanos, e portanto falhos, e faz tempo que eu aprendi que tem horas que você chega à conclusão que o que deve ser feito é cuspir para cima e esperar que caia solenemente no meio da cara.
Mas tem coisas que a nossa natureza simplesmente não nos permite fazer e quando a gente tenta ou faz, pagamos um preço por demais caro.
E a cobrança é imediata, fatura automática, e na maioria das vezes, para pagamento integral, porque em parcelas então se torna pior o castigo do que o crime.
Pior do que morrer por alguma coisa é se tornar um morto em vida, perder o viço, o respeito próprio. para se ver destruído sem luta, é melhor ir para a arena.
E, falando dos resultados..
O fácil está ai, é visível, e "comum", e objeto das indulgências, da aceitação, é "aceitável" porque "é o que todo mundo faz", "não dá para fazer diferente" é uma rotina, aonde se ganha: a perda do amor próprio, da auto-estima, da convicção, aonde se ganha uma vida pálida, e cheia de cenários e máscaras, um para cada ocasião, onde se tem antidepressivos, estimulantes, depressões, síndromes do pânico e disso e daquilo, auto-rancor, auto-raiva, e um ingresso vitalício na irmandade:
"nos-fizemos-a-mesma-coisa-nao-falamos-disso-somos-vitimas-silenciamos-entre-nos-e atacamos-os-de-fora"
e o que é certo:
Não, não existe uma espécie de regra cabal sobre o que é certo, ele é certo e pronto, mas tem as circunstâncias e o momento, e para que o ato, a atitude ou o que mais for tenha validade, tudo tem que obedecer a um mínimo de sincronismo, ou timing para quem preferir.
Ele, não raramente dói, machuca, demora uma eternidade, arranha o espelho da vaidade, racha colunas aparentemente solidez de convicções e amizades, é lento na sua conclusão e veloz no seu potencial de destruição, arrasando para renovar, e mutilando para preservar, e para renovar também.
E, não, fazer o que é certo não nos faz superior a ninguém, até porque para concluir lutamos muito contra o que é mais fácil, apenas às vezes nos faz notar uma capacidade maior de se impor privação, de tolerar a dor, o sofrimento e a solidão do processo.
O certo nos renega ao isolamento, não dos excepcionais, do fantástico, mas o isolamento imposto pela intolerância que o ato causa em quem optou pelo fácil.
Mas dá o premio maior, que é o benefício de se ficar em paz consigo mesmo; a segurança que vem do silencio que o confronto com o ato feito, causa em todos ao redor de você, te da a visão de seus verdadeiros amigos, e a certeza que, às vezes atos discretos, e pequenos gestos valem mais do que a mais efusiva aclamação de estádios lotados.
Não vão gritar o seu nome. Não vau te aplaudir. Pelo contrário vão até fazer de conta que não estão lhe vendo.
Mas você vai conseguir desfrutar do silencio e do intervalo entre esta e outras que virão na sua vida, de uma maneira única.
E aproveite, porque o descanso é curto, e daqui a pouco vai começar tudo de novo, e você vai estar com mais cicatrizes, mas mais forte, mais sábio, e com um pouco de sorte, só um pouco, vai conseguir tocar a sua vida, um dia de cada vez, e arranjando sempre cada vez mais um tempinho maior para apreciar a paisagem que ela te oferece, afinal a vida é uma só, e a beleza, está nos olhos de quem a vê. e você decide o que você quer ver não é?

Justificativa


"Estou ralando, e estou com a vida um pouco enrolada, fazendo mundança, mas já estou chegando para colocar ordem na casa e fazer a faxina."

sexta-feira, 30 de junho de 2006

A ultima parte do trajeto

É a parte que não termina nunca. É aonde se condensa tudo.
Às vezes não há o que ser dito, ou melhor a muito o quer se quer dizer, mas muito mesmo, e este muito provem de sentimentos que nos preenchem, nos tomam de completo.
Mas o silêncio deve imperar, porque o tempo das palavras não é bem este. É tempo de se agir, de se decidir, de se executar, as palavras vão ficar para depois e teremos que lidar com a falta momentânea que elas vão fazer.
As palavras neste momento vão apenas complicar, adiar e dificultar, e devem ceder a vez a concentração do olhar, ou do não olhar, dos olhos semi-cerrados e das muitas outras expressões voluntárias e involuntárias durante o esforço de se conter os sentimentos, a explosão não pode ocorrer ou se pode tem hora certa, momento certo, errar o timming pode comprometer tudo e o paciente vai morrer da cura e não do mal.
Você já deve ter visto várias vezes em reportagens a imagem daquele ultimo maratonista, ou um dos últimos, que se arrasta em direção à linha de chegada, praticamente de forma autômata e mecânica, tudo o que restou dele alimenta o objetivo primário de cruzar aquela linha.
Pois é, as vezes na vida da gente a gente esta assim, ou tem gente perto da gente assim, e não, não é uma maratona de 42km sob o sol de verão.
Mas é uma maratona dentro da própria vida, passando pela vida de todos que o cercam, muitos acreditam que ela não pode ser concluída, muitos não acreditam que alguém vá terminar sozinho, sem ajuda. “ninguém faz isto”, “só se beltrana tomar tal atitude”, “ele(a) quer é aquilo”, o que ninguém se dá conta é que cada expressão desta é como se fosse incluído mais alguns kilometros numa jornada que por si já é muito longa.
Ninguém é obrigado a disputar certas corridas, é o famoso livre arbítrio, agora se você não vai fazer, pelo menos dê, por mais improvável que seja, o benefício da dúvida a quem se dispôs ou não teve alternativa senão tentar.
Apenas os tolos e os loucos não temem, o que nos diferencia neste caso é a batalha constante sobre nossos sentimentos, sobre o dolorido de velhas cicatrizes, o arrepio que sobe pela espinha, o riso forçado e lá vamos nos mais um passo pra frente.
O seu silencio, já é um grande presente, a quem esta desafiando os próprios limites, atropelando convicções, ignorando dogmas e convenções sociais, não para ser melhor, não para ser superior, mas apenas para cumprir mais uma etapa na busca de se viver em paz consigo mesmo, e zelar pelo que se acredita.
A gente vai cair, vai tropeçar, vai levantar de novo, vai se arrastar, se esfolar, e a gente sabe, de verdade sabe, que isto tudo faz parte, mas também sabe que quando se chega a uma certa altura retroceder torna-se impossível, então a gente se desliga, fica meio que no automatico, centrado no objetivo primário.

Porque faz de conta, é para contos infantis, e uma vida inteira com os olhos fechados para a própria realidade é simplesmente deprimente, é joga-la fora.
E desistir, é quebrar-se por dentro, a acredite, estes são os maiores temores de quem está “correndo”. Então colabora, vai e não bate em quem não esta em condições de se defender, todas as demandas tem o seu tempo e seu lugar, e voce pode acabar perdendo muito, decepcionando muito, simplesmente porque “pensou igual a todo mundo”, porque “as evidencias mostram assim”, e se permitiu um desgaste fora de hora e inútil.

sábado, 24 de junho de 2006

coisas do findi

Oi pra todo mundo.

É eu andei meio azedo, mas faz parte, a vida é uma professora severa, mas na maioria das vezes justa, eu é que não tenho muita paciencia . e sim, eu sei que certas coisas a gente tem passar mas me reservo o direito de não gostar, e tenho a liberdade com os que frequentam aqui de expressar o meu saco cheio.

Está dificil postar, pois estou sem micro, e no momento sem casa tambem, mas estou provindenciando ajuda.

Ainda acho que não se deve fazer aos outros o que não se quer que façam com a gente, o problema e se fizeram as vezes a vontade de devolver na mesma moeda é grande. se bem que não vale à pena não.

Sinto falta de sentar na beira da praia com amigos para jogar conversa fora..

Voces virão o time do japão? vamos ser francos uym show, jogam limpo, pra frente, correm o campo todo, ninguem fora do peso, eles honram o professor que tiveram, um professor que muitos aqui rejeitaram e fizeram pouco. poie é né.. e aí srs dirigentes nacionais vão falar o qu~e??

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Curtas



Estou cansado, muito, quero ir pra casa, o problema é que atualmente eu não sei aonde ela fica.

Pizzaro queimou os navios e o pessoal dele não teve escolha senão seguir em frente, entenda de uma vez que a minha situação é a mesma.

Alguém aí consegue um remédio para fazer desaparecer gente chata? Encosto, sanguessugas e os aspirantes a Deus de plantão?

O problema não é você estar atolado na m... ate o pescoço, é que sempre aparece um FDP para levantar uma onda.

É incrível como é o amor próprio de algumas pessoas, o problema delas vira nosso problema, o problema dos outros continua sendo apenas dos outros.

Você quer ser cretino, canalha, fdp e etc? ok mas tenha pelo menos a ombridade de assumir isto, eu vou acabar te detestando do mesmo jeito, mas juro que vou te respeitar pela sua franqueza, até porque o que você faz da sua vida é problema seu, só não tumultua a minha.

Ditado sábio nordestino: O Defunto quando encontra quem o carregue, se balança.

Sabe aquela historia que começa assim: “com as pedras que me atiras...” pois bem alguém aí está precisando de material de construção?

Você quer algo que não merece? Que não tem direito, OK, você pode continuar querendo, mas assume que quer, não inventa desculpa, não acusa, não força a barra, vai te deixar com o filme limpo e pode até ser que você consiga algo, mas na marra não adianta, vide os judeus e palestinos, uns 2000 anos de diferenças deste tipo e sem a menor previsão de resolver.

Nossos sonhos são nossos desejos e nossos desejos são nossos sonhos, não devemos abrir mão nem de um nem de outro, mas não se deve tirar o pé do chão, o tombo é feio.

A minha escolha e dar o que me falta, e dar o que lhe falta, mas é minha escolha, e não faço esperando receber de volta, mas não vou negar que dói quando a gente vê que somente levam sem retribuir. Mas é um tipo de dor com a qual aprendi a conviver e não me tolhe, porque dar de mim e fazer bem aos outros e algo que me alimenta e afasta o frio da solidão humana.

Amar com medo não e amar e não amar por medo é jogar a vida fora, afinal se você amou com medo, vindo o inevitável o fim chega para algo que não cresceu um décimo do que poderia der crescido, e tudo que cresce, se fortalece e resiste mais.

Amar, conviver, gostar, são coisas como andar no escuro, a diferença é que nestes casos, tem alguém segurando a mão da gente..

Todo dia..

Sting - Every Breath You Take

Every breath you take
Every move you make
Every bond you break
Every step you take

I'll be watching you

Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay

I'll be watching you

Oh can't you see
You belong to me
How my poor heart aches with every step you take

Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake

I'll be watching you

Since you've gone I've been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around but it's you I can't replace
I feel so cold and I long for your embrace
I keep crying baby, baby please

Oh can't you see
You belong to me
How my poor heart aches with every step you take

Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake

I'll be watching you

Every move you make
Every step you take

I'll be watching you

segunda-feira, 12 de junho de 2006

sexta-feira, 9 de junho de 2006

Bom Fim de Semana


A foto chama-se magia e o mago que a tirou Ricardo Cordeiro. Deliciosa não?

Presentes.


É uma tradição de família presentear igual quando o presente são para crianças, para não passar a imagem de preferência, não expor desigualdades econônicas, nem ferir egos, ou desecadear guerras.
Isto nunca impediu a existencia dos "filhos do coração" e dos "netos do coração", mas a gente sempre ficou com a postura de que "oficialmente" tratavam a gente igual.
Nesta minha vida, eu acho que ainda tenho muito a aprender sobre como lidar com as pessoas, mas sempre que posso me ocupo com coisas que gostaria de ver outros se ocupando tambem. como lembrar, dar merito, agradecer, reconhecer.

Sei que a vida da gente e nossos próprios limites depoem contra isto. mas cadas tentativa bem sucedida e um passo a mais na manutenção do costume.

O melhor presente é o que se encaixa no momento, no desejo presente e etc.
e muitas vezes deixamos de dar presentes preciosos, mas sem preço, como um sorriso, um "muito obrigado", um oi, chamar o interlocutor pelo nome..
pequenas coisas, mas que funcionam como aditivos ao amor próprio, ao respeito, á boa convivencia, coisas que gostamos de receber e nos recentimos quando não acontece, que desejamos que façam acontecer conosco, mas nos esquecemos de fazer acontecer com nosso proximo.

Detalhe: em tempo nenhum isto é uma afirmação do tipo "receita de vida". muito pelo contrário, apenas um comentário feito na saudade de participar de coisas assim, de ganhar coisas assim.

Reconheço que tenho muito que aprender ainda, sobre muitas coisas, mas principalmente sobre como tratar e como presentear.
afinal é uma receita que desanda fácil, requer um certo protocolo, ou a total ausência do mesmo, e varia de acordo com o perfil do presentedo.
mas quando a gente acerta simplesmente é show!
a expressão de supresa, a satisfação e até um leve embaraço, sentimentos genuínos que se tornam o presente de quem está presenteando.

Anda vai, experimenta! o risco que voce corre é de sair ganhando.

sexta-feira, 2 de junho de 2006

Tenho dito.

Atenção: Fal, Ticcia, Patileine, Mônica, Janaína, as Filhas do Dono, Mila, Bia, Ela, Tati, Nina,
e todas as demais figuras do nosso dia a dia do ciber mundo:


DECRETA-SE


Ficam terminantemente proibidas ass citadass acima de declararem qualquer surto fisico-psiquico, neurológico existencial, carmico ou sabe lá Deus mais o quê.

Se virem! tomem um porre, troquem de marido, me liguem e falem ate cansar, tenham crise de choro, comam chocolate, espanquem o Guga, xinguem o político que vier na memória. Liguem para o primeiro ex que vier a cabeça e arrasem com o infeliz. Estourem o cartão de crédito em sapatos e vestidos. Peguem no telefone e liguem para a primeira chata ou sogra que lembrarem e desanquem a infeliz. Vá ao salão e se és loira, fique morena, se és morena fique loira. Juro que vou achar lindo!. Apenas façam.

Mas pelo Amor de Deus, tô muito velho para me apegar e ser abandonado.

Quanto aos homens, me poupem, né, nem precisa falar nada, façam valer o título de macho. pô.
(se vai chorar fecha a porta. toma um porre e vamos de novo.) e tenham postura.

Só a saudade das Megeras já é muito pra mim.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Para as Megeras com carinho.

A Roberta Arabiane anunciou o fim do Megeras, e o focando.org sumiu do ar.
Então eu fiquei a pensar sobre isto.
Roberta fala que publicamos no blog por vaidade, verdade, mas publicamos tambem por ego, publicamos por carência, por solidão, porque o ser humano é em seu cerne social, precisa ser relacionar com seus iguais, precisa falar, ouvir, ver, ser visto, sentir cheiros, vislubrar cores, exercitar o raciocinio atraves do que ouve do que fala,
o direito ao contraditório como diriam os advogados de plantão.
Há quem frequente o ciber-mundo para expor uma imagem pior do que realmente tem. mas a esmagadora maioria, se permite no ciber-mundo ser cruamente honesto e sincero no que é e no que diz, com menos dano do que no mundo real. e se permite tambem um preview, digamos assim, do aperfeiçoamento de si mesmo, ou seja, melhor, mais inteligente, mais doce, mais esperto, tudo "fast", num by-pass do longo tempo que isto leva para ocorrer no nosso mundo do dia a dia.
afnal no ciber-mundo a beleza física é um item discutido, definido, medido, e mais um monte de coisas, menos o ponto de partida ou o motor de embalo para o que quer que seja.
Pense bem, não é fantastico, viciante, o fato que voce é conhecido, re-conhecido, frequentado no ciber-mundo, não porque voce é sarado, gostoso(a), tem olhos verdes, ou azuis , mas simplesmente pelo que voce é, e por algo as vezes inadimissivel no mundo real, porque voce é honesto sobre o que é, e o que e pensa?
No ciber-mundo não há atropelos, voce "fala", e voce "ouve", todas as vozes, sons, ideias, opinioes, possuem espaço garantido, a arte está na seleção, na formatação e na direção que se toma ou é dada.
sim em qualquer vida e em qualquer mundo corre-se o risco de se perder a conecção com a realidade, e fazer disto um caminho sem volta, isto não é privilégio do ciber-mundo. tem muita mas muita gente mesmo que perde a conecção com o mundo real construindo mundos próprios, onde se refugiam daquilo que os aflige, e ou limita.
Agora o ciber-mundo oferece um efeito colateral diferente dos mundos imaginarios.
Ele oferece o desdobramento, a não solidão, oferece a ampliação da visão do mundo e das coisas, mais conhecimento, caminhos para lidar com coisas que queremos mas não sabemos como, jeito de conviver com coisas que temos que conviver e não sabemos como.
ele nos iguala, no sentido que presenciamos as coisas que achamos que só acontecem com a gente, acontecendo em outras vidas, e temos a oportunidade inigualável de poder ajudar, de estar ciente que entendemos o que esta ocorrendo, e muitas vezes tornar o caminho mais plano para os que estão passando por ele agora.
o ciber mundo aumenta a nossa familia, e as vezes dá uma a quem não tem, e adquirimos o hábito diário de "ler" o fulano ou a sicrana, de saber como esta esta ou aquela situação, e por aí vai. de ver quem comentou, a ansiedade por ver aquele endereço no remetente da caixa posta.
eu me lembrei de um filme chamado "nunca te vi, sempre te amei" que fala de um relacionamento por carta, num periodo proximo da guerra.
continuando.
num periodo dificil da minha vida, me falaram com sabedoria, que algumas pessoas entram na nossa vida com um objetivo, e quando cumprem às vezes precisam partir, ou pelo menos ficar mais à margem. o que nem sempre é a nossa vontade.
A parte difícil e deixa-los partir, é deixa-los colocarem-se á margem. dói, machuca, traz antigos fantasmas que julgamos extintos. da um frio na barriga causado pelo teor de incerteza que o presente e o futuro ganham.
E algumas destas pessoas, algumas, imprimem uma tatuagem na gente, uma marca, única, no seu formato, na sua historia, no seu porque, e as vezes elas nems e dão conta que fizeram isto, que fazem, que possuem este dom.
As megeras sao assim, a fal é assim, muitas outras pessoas são assim, a lista é grande.
cicatrizes e tatuagens, tem historia, tem porque, tem passado, há de se respeitar, e conforme o caso há de se ter orgulho.
As vezes o maior dom esta em ser comum, e ser simplesmente humano com virtudes, qualidades, vicios e defeitos. sem pedir desculpas sem se envergonhas, mas tambem sem intimidar ou afrontar.
Apartir do megeras conheci muita gente boa, vivi coisas boas, suportei outras tantas não tão boas assim mas que fazem parte da vida.
Foi uma honra e um privilégio, desfrutar da convivência no megeras, nao só de Roberta e Patricia, mas de toda a familia megeras, que agora vai ter que se ajeitar como pode. mas filhos quando crescem nao cabem mais na casa da gente, então. vamos a mais uma etapa de vida.
Mas todo mundo que vai quando tem que ir, sabe que pode voltar sempre que quiser. e a gente que fica, sabe que vai receber sempre que chegar. e por favor a casa é de voces, venha sempre que o coração pedir.
As megeras o meu carinho, o meu respeito e o meu voto de admiração. e a saudade que ja tenho.
espero que voces não sumam.
a tatuagem de voces, vou ostentar com orgulho, tenha certeza.

Em tempo: Roberta disse que não vai mais ler o megeras, e respeito e entendo o silêncio da Patricia, mas espero que que continuem lendo a "familia" e peço à familia que avise às duas que tem este recadinho para elas aqui.
e sim, avisem para onde mando minha parte da mudança.
Vida longa e próspera meninas. aquele que aprendeu muito com voces, vos saudam.



Curtas

Hoje esta um clima gostoso no Rio friozinho, bom para coberta, pipoca e video.

Um livro Antigo, procura um dono, e depois "neguinho" fica reclamando que não tem bom partido feminino disponível na praça, aquele que for escolhido TEM que se considerar um cara de sorte.

Hoje fui citado pela Vaca mais amada da net, ela escreve o diário de mim mesma,
obrigado meu anjo, mas eu aprendo mais com voce do que voce comigo.

E por falar em citar: saudades das filhas, da Bia, e coisas que gosto muito...

Hoje para mim é uma espécia de 1o de janeiro, e a copa está chegando, e como no Brasil o ano só começa depois da copa, estamos prpximos do reveillion de 2006. risos.

Um bom dia pra todo mundo.

Dias contados

Dias contados

Existem pessoas que, teoricamente, deveriam amar você. Pessoas que, segundo a nossa cultura, deveriam proteger você, cuidar de você, respeitar seus limites. O que me leva a crer que quando você pede para uma dessas pessoas por favor, não faz isso que me machuca e a criatura continua fazendo, talvez seja por que ela não ouviu o seu pedido. Seria interessante que você pedisse novamente, por favor não faz. Se ainda assim não adiantar, e a pessoa que supostamente deveria respeitar seus sentimentos continuar mantendo a atitude que te causa sofrimento, penso que é válido elevar o tom de voz e talvez até gritar, por que se estamos falando de alguém que presumivelmente ama você, ou deveria amar, quando a pessoa escutar o seu pedido e souber que isso arrebenta com você por dentro, ela vai parar. Mas se você gritou e ela continuou fazendo o que tanto lhe tritura, talvez seja por que ela tenha sim escutado, mas não consiga agir de outra maneira. A escolha entre parar de fazer o que violenta você, atendendo o seu pedido, e continuar repetindo o comportamento de propósito, apesar dos seus gemidos de dor, não existe. O prazer que a pessoa sente em repetir e repetir e repetir o comportamento que te corrói é muito maior do que a satisfação momentânea que ela sentiria em simplesmente saber que está respeitando seus sentimentos. É assim, as vezes quem deveria cuidar de você é quem mais te violenta, e não há nada que você possa fazer.

Roberta Arabiane escreveu e publicou isto hoje lá no Megeras
perfeito.

terça-feira, 30 de maio de 2006

O que se pode suportar?

O que se pode suportar? O que se tem que suportar? E o que se deve suportar?
Aparentemente são perguntas que não deixam duvidas para serem respondidas mas, será mesmo?
Muitas vezes nos surpreendemos com cenários que vivemos ou presenciamos, “como alguém pode se sujeitar a isto?” , “como pude aturar aquilo?”, “não sei se conseguiria passar por esta ou aquela situação,” e por aí vai..
Os momentos passam em nossa vida, os bons e os ruins, eles vem, ficam o que tem que ficar, ou o que deixamos que fiquem, e depois vão embora.
Enquanto estamos por aqui, precisamos tratar as perguntas acima, e o timing e a sabedoria para lidar com elas é raro, e normalmente uma aquisição, muito, mas muito dolorida.
É importante lembrar que não se deve somente em relação a nós mesmos, mas em relação aos que nos cercam também.
Limites existem para serem respeitados, porque estão lá para preservar, conservar, quebra-los, como, quando, onde e de que jeito já é outra historia.
Vivemos um dia a dia estressante numa sociedade cada vez mais só: trabalhamos sós, isolados em baias, moramos sós, viajamos todos os dias isolados em conduções lotadas ou em nossos automóveis.
A natureza humana é capaz de feitos maravilhosos e outros tantos abomináveis. Tudo depende do gatilho que se dispara.
E somos egoístas, queremos atenção, respostas, prioridade, satisfação e felicidade, tudo ao mesmo tempo e tudo agora, e raramente nos importamos em que condições o fornecedor está operando, nós queremos é a mercadoria.
Somos cliente e somos fornecedores também. Uma cadeia e um círculo, um conjunto de engrenagens que, quando não estão em sincronia, danificam seriamente umas às outras.
Por amor, por respeito, por necessidade, por vício, ou mesmo pasmem, por não saber como fazer de outro jeito, operamos sempre na beira do limite, esbarrando, forçando, esfolando. E por aí vai.
Uma vez nesta situação, assim como nas máquinas, o organismo e a mente se ressentem do esforço, e a barra pesa, o humor acaba, a paciência também, e haja atrito. e você recebe o que gera e pronto esta formado um cenário propício para uma variedade de coisas.
Em situações assim, a parte mais difícil e ter consciência dela, e buscar o seu término, a sua conclusão ou mesmo posturas para suportar os fatos sem prazo de termino.
Acho que agora você entendeu sobre eu falar do quanto pode ser dolorido lidar com isto. Fala-se muito do antes, do depois, mas do durante: ninguém fala nada.
Como faz? o que diz? O que não diz? Falta muito? Não diz nada? E aí?
Invariavelmente terminamos aprendendo da pior maneira, quebrando a cara, se machucando, machucando outros, dureza.
Não há bem que dure para sempre, não há mal que nunca se acabe.
Nestas horas vale a fé, e a confiança, e todos os créditos acumulados dos bons sentimentos, mais a experiência dolorida que já vivemos, para agüentar mais um pouquinho, e mais um pouquinho.. até que esteja tudo concluído.
Afinal a gente faz por aquilo e por quem se ama. Afinal se estamos fazendo é porque o coração mandou, o instinto pediu, a consciência obrigou.
E não importa, não interessa em que estado se fique, o quanto se vai machucar, o quanto vai destruir, o quanto se vai fragilizar, afinal fazemos o que deve ser feito, o que se quer de verdade, é a certeza de que haverá um porto seguro, um lugar para ficar quieto, para curar as feridas, um colo. Não pra esconder, não para desculpar, não para ser conivente, apenas para você arrear os pedaços, refazer o estrago e começar de novo. O pior é que difícilmente a gente acha, porque por incrível que pareça entendem tudo, menos isto..

segunda-feira, 29 de maio de 2006

To chegando

consegui risos, terei que ser rápido!! então...
Aviso aos meus 6,25 leitores, e a quem interessar possa:
isto aqui não está abandonado não.
apesar de todos os bloqueios e restrições,e proibições da vida, e de computadores bichados,
estamos nos organizando para retornar à nossa programação normal.

aproveitando:
voces já viram como a vizinhança anda ocupada? o livro antigo esta atras de namorado, tem megera planejando lipo, barraco rolando, ruiva sumida, minha vaca favorita desancando abusados, literalmente uma festa.