quarta-feira, 26 de abril de 2006

O que voce quer?


Bálsamo

por
Cristiane_Adami_Perozzo publicado no www.focando.org


Às vezes, você não quer uma aparelhagem nova de som e vídeo de última geração. Quer apenas que alguém lhe mande flores. Não importa se elas murcham logo – até isso acontecer, o perfume enebria, a beleza traz boas recordações, o toque de veludo conforta. Nem sempre você quer que lhe desejem coragem, ousadia, iniciativa. É bom ouvir que, independente de qual for sua decisão, alguém lhe apoiará, desde que a escolha seja sua, e não fruto de conveniências ou de expectativas dos outros. Às vezes, você só quer sentar no colo, sentir o calor de um abraço apertado, repousar a cabeça sobre um ombro, e chorar. Sem dar explicações ou motivos, apenas soluçando mágoas, sentindo que as lágrimas riscam seu rosto, mas que alguém as contém com um movimento de mão. Às vezes, você só quer abrir a janela, gritar para o mundo e perder o controle, pois não é fácil – nem saudável – manter uma postura de perfeição. De vez em quando, você precisa de tempo para nada, para apoiar as pernas no sofá e ler, ouvir música, ou fingir que conversa com o teto. Às vezes, você quer que seus pais não façam cobranças, que deixem você ser adolescente de novo, porque a vida adulta não é fácil para ninguém - e você sente que não vai suportar o peso das pressões a todo momento. Nem sempre a dor é aprendizado. Às vezes, você gostaria de ter aprendido apenas lendo nos livros, ou ouvindo a história de alguém. Sem precisar se machucar, porque as cicatrizes permanecem para sempre. E mais do que a lembrança da superação, elas são, também, a lembrança de momentos tristes, e que nem sempre curam-se por inteiro. De vez em quando, você quer ficar sozinho, mas nunca solitário. Não quer a companhia vazia da televisão, enquanto faz o café na cozinha. Às vezes, você quer sorrir, mas não sabe como. E deseja apenas que alguém lhe ensine, sem ter que fazer anos de terapia para encontrar o próprio sorriso no seu interior. Às vezes, você não quer usar palavras complicadas, e nem palavras óbvias – simplesmente não quer palavras. Quer apenas dizer tudo e mais um pouco com um olhar, um apelo, uma súplica. Às vezes, você não quer ouvir mensagens de consolo, nem a piadinha de que tudo é passageiro – menos o motorista e o cobrador. Quer ficar em silêncio, ouvir a própria pulsação, sentir o coração batendo – e, de preferência, por alguém que não seja você mesmo. Porque nem sempre você acredita naquela história de que precisa encontrar sua cara-metade – mas, às vezes, você cansa de tentar ser auto-suficiente, e quer alguém a seu lado, para dividir emoções, apoiar, e ser apoiado. Às vezes, você é um pouco intolerante ou egoísta – e gostaria de não se culpar por isso, porque todo ser humano tem suas fraquezas. Às vezes, você quer fugir para qualquer lugar, e aí descobre que qualquer lugar é sempre aqui. Em você mesmo. E não adianta fugir, porque a fuga é um bálsamo passageiro – mas, às vezes, necessário. Em um dia, você ganha uma aparelhagem de som e vídeo de última geração.No outro, você recebe flores.

Every Time

Every time we say goodbye(Cole Porter)

Every time we say goodbye
I die a little
Every time we say goodbye
I wonder why a little
Why the gods above me
Who must be in the know
Think so little of me
They allow you to go

When you're near
there's such an air
of Spring about it
I can hear a lark somewhere
begin to sing about it
Theres no love song finer
But how strange the change
From major to minor
Every time we say goodbye

No Tronco


Pois é gente, a coisa tá feia aqui, ralando muito, sem tempo direito para postar. mas já já isto passa.

sábado, 22 de abril de 2006

Na Madrugada.

São mais de 1hs da manhã e eu, sem sono, estou vagando pelos canais da tv por assinatura quando encontro passando a ultima parte do filme "Meet Joe Black" , ou Encontro Marcado, com Bradd Pitt no papel da morte.
Eu gosto muito deste filme, o personagem de Antony hopikins dá uma aula de vida, e outras coisas.
Em cenas de sexo, fala-se muito do "Ultimo tango em Paris" com Marlon Brando e a manteiga, "9 semanas e 1/2" com kim bassinger e a pedra de gelo, fala-se de "instinto selvagem" onde MIchael douglas traça a loura e barbariza a psicologa.
Mas, voltando a "Encontro Marcado", para mim ele contem a mais bela cena de sexo em filmes, bem como um belíssimo personagem feminino, a jovem médica vivida por Claire Fontani.
Junte agora cena do tango em "perfume de mulher" e alguns diálogos do mesmo filme,e voce vai ter uma aula sobre carinho, sensibilidade e emoção. vale à pena conferir.
Alías diga-se bem que podíamos ser brindados com alguns lançamentos menos "explode tudo" e com mais emoção e sensibilidade.
A platéia sinceramente vai agradecer.

sexta-feira, 21 de abril de 2006

A fechadura


A fechadura.
Meditando no que a Ro andou falando sobre os quartinhos e os cantinhos que temos dentro de nós, me veio a imagem da fechadura.
Todos temos, mais de uma até. A questão é pra QUE é a fechadura?
Algumas para trancar, outras para soltar, umas para se ver por atravéz...
e aí vem a questão O QUE?
O que estamos trancando? o que não estamos trancando, e o que estamos espiando.
A bíblia diz que aquele que domina a si mesmo é mais poderoso e valente do que aqule que toma uma cidade em combate.
É uma realidade que nosso maior adversário, o mais tenaz e muitas vezes o mais temido seja apenas nós mesmos.
Muitas vezes não olhamos para nós mesmos porque temos medo do que vamos ver, ou do que não vamos ver não é?
O tempo é implacável e todas as nossa fechaturas tem um timmer, é preciso viver para ter a sabedoria necessária para ler este timmer, e não deixar a hora passar ou ser afobado, ou mesmo omisso.
Eu tento olhar para mim mesmo, e nem sempre gosto do que vejo, o instinto as vezes me fecha os olhos e eu teimo em abri-los, num exercício diario de auto aprendizado.
O que não gosto, preciso ver e conviver para entender, para domar e para erradicar, e aceitar que tem parcelas disto que vou precisar conservar.
É a nossa natureza, o charme está na imperfeição, muito certinho muito perfeito acho que seria muito sem graça.
mas tenho que confessar o que tenho mais medo é de me acomodar, ou fazer como muitos que se tornam especialistas em desculpas.
O fato de ser imperfeito, não me dá passe livre para sair fazendo barbeiragens vida a fora, nem faze-las por fizeram comigo.
Temos o livre arbítrio, que eu acho fantastico, então temos escolhas, tenho direito a isto e estou brigando para aprender a fazer o uso correto disto.
E as fechaduras serão para segmentar e não para isolar, e o que eu vou expiar por elas, será sempre algo que espero cobiçar no bom sentido.
E o que eu vou trancar? .. bem.. depende de quem vai trancar junto comigo..
bom feriado e agora vou dormir que já é hora..

terça-feira, 18 de abril de 2006

Coisa boa...


amor, como a atmosfera, nos envolve, nos alimenta. Também pode envenenar. O amor é o mais intenso dos sinônimos da vida, o mais permanente, o que de fato salva. O amor nos consome e nos consuma. Na coletânea de crônicas O Amor Esquece de Começar, Fabrício Carpinejar, autor dos aclamados livros de poemas Cinco Marias, Como no Céu/Livro de Visitas e As Solas do Sol, comparece pela primeira vez vestido em prosa, em linguagem fluente, conversando quase num sussurro generoso – porque o que ele nos traz são notícias, impressões, e mais, a força impactante, reconfortadora e capaz de fazer nascer o ser que sempre fomos. Só que, desta vez, completos. O amor nos toma, mesmo antes de abrirmos a porta e percebermos sua entrada. Convém não deixá-lo ir embora, convém deixá-lo entrar. O Amor Esquece de Começar é um alerta, um aviso, uma porta aberta.
Carpinejar, desta vez, abre a sua guarda, única forma (exposição plena na ação corajosa e generosa de ser quem é) para chegar ao coração de seu tema: a paixão, que nos envolve, que nos abandona muitas vezes ressecadas, que nos ressuscita, que leva quem ama e mesmo quem não ama na direção do inesquecível, do definitivo, da salvação que nos mergulha no perder-se para se encontrar. Sem posses, mas possuídos. Desarmados, mas enfim saboreando o alimento supremo: nossa alma gêmea, que nos olha num silêncio a narrar por gestos suaves o que o discurso mais inflamado nem cogita.
O amor é uma surpresa e uma confirmação. Um renascimento para quem até então não o encontrava. Um espelho a mostrar a beleza e o vigor a quem sempre soube identificá-lo. O Amor Esquece de Começar é esse espelho. A mulher, principal interlocutora de seus textos certeiros, não está sozinha. O homem também pode participar dessas revelações que, apontadas numa direção, atingem todos e tudo. O amor, afinal, é o sentido da vida e o conforto para a assustadora dimensão do universo. “Quero recuperar o romantismo, uma visão cristalina e verdadeira das relações amorosas, um cuidado na fala, a sedução”, revela Carpinejar. “Sem idealismo, mas com idealização. A expectativa e a confiança fazem bem ao amor e não podem ser abolidos. Desejo, com as mulheres, o consenso das mãos durante o dia e dos pés durante a noite.”

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Fim de semana de Páscoa.

O significado religioso da páscoa eu vou deixar para os pastores e padres em seus respectivos púlpitos.
Afinal é fim de semana de páscoa, você não é mais criança, mas já foi um dia.
Voce não é um velho, mas vai ser um dia, e cuidado para não ficar chato .
Agora fala sério, tem coisa melhor do que o brilho nos olhos da gurizada na expectativa de ganhar algo? e todos nós temos um guri ou guria, dentro da gente.
Então, deixa de ser ranzinza, este fim de semana não vale, compre ovos, chocolates, esqueça este discurso de data comercial, faça a alegria das crianças, as grandes e as pequenas. lembre-se do que voce foi, e visulmbre aquilo que voce vai se tornar.
Família é para mais que fofocas e dores de cabeça, amigos tambem, é para permitir que no album da nossa memória haja fotos belíssimas, como a farra do chocolate, das surpresas,
aquele sorriso delicioso, e carinhas, e cabelos e roupas cheias de chocolate, doces e etc..
Fim de semana de fazer bagunça, sujar os dedos comendo doces, horario de refeiçoes enviados solenemente para o brejo e condenado a ficar lá até segunda.
Eu curto muito dar presente à gurizada, não tem coisa melhor do que olhos brilhando, proporcinoar certos momentos não tem preço, e eles são inesquecíveis, acredite.
É tão bom que voce não precisa de data para isto, a qualquer hora uma surpresa é bem vinda. Tém filho não? mas tem sobrinhos, tambem não? seus amigos tem filhos, aproveite para matar a saudade.
E ah, comprar e ir embora não vale, nem mandar entregar. Tem que comprar tem que dar pessoalmente, mandar abrir, comer junto, fazer a farra junto, deixar jogar o bombom no copo de coca-cola, dividir com o cachorro, BA-GUN-ÇA, é a ordem do dia, acredite, a gente vive resmungando sobre a falta de momentos felizes não é? resmunga isto, aquilo, pois bem, o findi está aí, aproveite e mande o mundo e as preocupações às favas, segunda a gente vê como é que fica.

a foto diz tudo

sexta-feira, 7 de abril de 2006

A Cena mais Assustadora



Tem a cena do chuveiro de psicose.
Tem várias seqüências do filme O exorcista.
Tem a aparição do monstro gosmento do primeiro Alien
Tem Robert De Niro em Cabo do Medo
Tem Jodie Foster em Quarto do Pânico
Tem Umma Thurman, cega, tateando na frente do assassino em Blink
Tem Stephen King ao gosto do freguês,

E finalmente temos a seguinte cena:

Você, na primeira visita à família dele(a), na sala onde, por obra de mágica, ou praga, esta a família INTEIRA, aí quando você se dá conta, assim, de repente, está completamente sozinho com eles, pois a dita(o) “foi ali e já volta”.
Fecha os olhos imagina, você lá sem saber se fala, se fica calado, o que faz com as mãos..

O bastante para deixar teu sangue gelado só de pensar. Agora me diz: quem venceu?.

quinta-feira, 6 de abril de 2006

O Nome da Cousa


E eu li o livro da fal. É eu li todinho. Li a capa, a contra-capa, li o prefácio, li o comentário, a “orelhinha” das capas, Li de dar sonora gargalhada no ônibus a caminho de casa, leitura feita com gosto, feita com prazer, uma leitura deliciosa, como aquele bombom que você se recusa a deixar um microscópico pedacinho.
E eu vi, é eu vi no livro da fal, eu vi coisas legais e vi coisas que vivi, situações e retratos que poderiam facilmente estar pintados e expostos na parede da minha vida, variando claro paisagens e personagens, mas o tema, ah o tema, tratado com precisão cirúrgica, temperado como pratos produzidos por um grande chef, e com aquele toque que só os abençoados da pena pode dar a um texto.
Lá tem o quadro dos desamores,
Lá tem o quadro da turma, deu saudades dos amigos e do internato.
Tem uma série de temas maternais, li sobre uma mãe que me lembra minha avó, que me divertia, me ensinava e me alucinava simultaneamente.
Li também sobre uma mãe, prontinha para sê-lo, mas para quem a cegonha, muito moleca, teima em não chegar com a encomenda. E enquanto ela não vem, ela ajuda a criar o mundo com o que escreve.
Lá também tem o quadro da insônia, minha velha conhecida, prima-irmã da ansiedade com quem se junta e fazem longas paradas na minha cabeça e na minha alma, fazendo com que algumas noites ou mesmo instantes durem a mais completa eternidade.
Lá tem uma variação de temas, que transitam entre a dor, o amor, a saudade, família, trabalho, esperança, e situações comuns, situações que, bem, que bom que não é só com a gente né?
É fal, olhando a vida como uma galeria de Arte, a Ala da Fal Azevedo, é daquelas que a gente não vai se cansar nunca de visitar.
Obrigado fal, pelo bem que você faz pra gente. Nós pobres mortais, sinceramente agradecemos.

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Curtas


É libertário o fato de que seu celular estar com problemas, só recebendo.
e está sendo ótimo viver assim.

Aqui, conta que a receita vai devolver aqueles dez milhões para um certa igreja l TO-DI-NHO. Agora você aí, que teve IR descontado o ano inteirinho na data certinha, que vai ter sorte se tiver de volta a metade e isto quando o leão tiver vontade de devolver, está se sentindo como?


E então, como sempre, o pessoal do Malvados com vira e...


O livro da Fal, é um escândalo, o lado ruim é que tinha que ter o dobro de páginas.

O Livro antigo registra que o palhaço carequinha morreu. Um homem com uma vida profissional honrada, dedicada à felicidade das crianças. A gente ás vezes chama uns e outros de palhaço. pois é, se vai xingar, xinga de outra coisa, depois do carequinha, palhaço não é xingamento, é elogio, e dos bons.

Saudades do cheiro de chocolate.

Saudades das Filhas do dono.

terça-feira, 4 de abril de 2006

Rotina

Todo relacionamento precisa de eventos regulares, mas precisa se cuidar para não cair numa perigosa rotina.
Para descobrir o que está fazendo com que seu relacionamento esteja a ponto de tornar-se uma rotina. causando um estresse ou depressão, é preciso lançar mão de um poderoso recurso: uma boa conversa.
Um dos problemas mais comuns nos relacionamentos é a precipitação: Se ele se atrasa trinta minutos para o jantar, e você conclui - apressadamente - que ele está aprontando. No dia seguinte (numa daquelas coincidências que testam nossa capacidade de calar e esperar) você lhe dá bom-dia ao acordar, mas ele, por um ou outro motivo, simplesmente a ignora - às vezes simplesmente pensando nas coisas que precisa resolver no trabalho,mas na maioria das vezes é porque homem é bicho desligado mesmo. Você nada lhe diz enquanto estão juntos, e pensa apenas que ele deve estar zangado consigo.
Você esta atolada e esquece o celular no carro, ou na mesa do escritório, vê uma dúzia de mensagens e se esquece de avisá-lo do que aconteceu e, prática como é, tem tornado seus últimos recados sempre mais curtos: oi, sim, não, pode, talvez; E lá vai ele pensar em qual é a bronca ou no que fez de errado.
A partir daí começam as desconfianças.
O problema de toda mulher é o complexo de culpa que muitas vezes carrega desde o tempo de namoro,(homem, carreira, si mesma, tudo ao memos tempo), e que mantém dentro de um relacionamento. Ao sentir-se fragilizada, este complexo aumenta ainda mais.
Já ele carrega nas costas o estigma de que a raça masculina e absolutamente canalha até que se prove, e muito bem provado o contrário.

Para completar a relação está prestes a entrar num caos, ambos estão passando por mais um problema, que é a falta de luz, ou seja, os parceiros só vêem o que desejam ver.
Ele a acusa de só fazer o que quer. A visão tendenciosa pode ser mostrada ao agir-se de forma exageradamente carinhosa, para depois - assim acreditam - pedir algo que detestam fazer. E para completar, usam sua visão raios-x: - "Eu sei o que ela (ele) está pensando. Ela (ele) acha que não percebo seus truques para me enganar". Ambos não devem ficar desprovidos de conviver com outas pessoas, mas frequentemente acabam distanciando da amizade com os amigos e amigas.
Cultivar os bons laços de amizade faz muito bem. Mantem o ar fresco e a mente arejada, não deixa que nos esqueçamos quem somos de onde viemos e que as coisas não acontecem apenas com a gente, ou só com os outros.
Se a coisa esquentar e houver agressão física ou verbal, dê um ultimato: lembre-se do seu amor-próprio.
Antes que o tédio chegue a bater na porta da sua casa, tome providências :

Permitam-se uma trégua, você gosta de uma rabada, um mocotó, carne sangrando. E ela fez um macarrão com cara de miojo, ah. Vamos! Faça uma graça, abra um vinho, se ele resolveu fazer um jantar e você adora um bom molho, saladas, empanados, e ele fez um arroz grudento, respire fundo elogie o ovo frito e diga que comida sem sal protege o organismo da pressão alta.
E se o outro cozinhando definitivamente é uma ameaça à sobrevivência de ambos, sigam juntos para a cozinha. Fazer o jantar a dois pode ser tornar extremamente interessante. Permitir um bate papo-casual e descompromissado, coisa que vocês não se permitem há tempos!!

convide seu parceiro(a): - "Vamos ao motel?"
Não espere ocasiões ou datas para um almoço, um buquê de flores, uma caixa de bombons... Apenas faça! E delicie-se com o resultado!
Alguns costumes não devem ser abandonados, sob a desculpa de agora ser mais um relacionamento do que um namoro:
Afinal quem não gosta de, assim do nada, ouvir coisas como:

- “Eu te amo!” , acompanhado de um sorriso. não vai matar nenhum dos dois.

Ou então aquela declaração espontânea feita ao pé do ouvido ou mesmo no celular...

- “Hoje senti muita falta de você!”

Por falar em celular, obrigue-se a reconhecer que o serviço de mensagens serve para mais coisas do que avisar que vai chegar atrasado ou para ele não esquecer de tirar a carne do freezer, é um meio muito seguro de recadinhos mais apimentados. digamos assim...

Se o seu dia foi ruim, o transito estava horrível, voce teve que aturar todas as malas do universo e parece que se passou um ano. Mesmo com tudo isto, raspe o tacho, e ao ve-lo(a) de-lhe um abraço daqueles dos bons, deixe-se abraçar, respire fundo e pronto! Olha voce vai se surpreender como pode melhorar o animo de ambos.

A sua agenda está lotada até o próximo século, mas dê um jeitinho de aparecer para almoçar com ele(a), e se por acaso ele, ou ela não puder, não considere o fim do mundo, risos, faz parte! mas acredite voce ganhou muitos pontos com a iniciativa. mate a saudade com um beijo e um sorriso, e termine seu dia.

Imagine, fim do expediente, voce com rosas e um belo sorriso no rosto na saída do escritório dela? Ela não vai confessar nem sob tortura, mas vai se sentir o máximo!!!, e deliciar-se com a inveja das colegas de trabalho e as fofocas no resto da semana.
A recíproca deve ser a mesma, ajeite os cabelos, faça as unhas, ponha a roupa que voce sabe que vai deixa-lo louco, e vá busca-lo, cumprimente o pessoal que trabalha com ele, mesmo aquela mocréia oferecida, e proponha um bom programa a dois, um show, um jantar, ou mesmo a companhia de voltar juntos para casa, deixando claro que a produção foi primeiro para ele. Olha, ele vai se sentir o próprio George Cloney.. (a gente faz de conta que vai acreditar né).

Fim do dia, ele(a) ainda não relaxou, ofereça-se para dormir encaixadinho, quem sabe uma massagem. tem coisa melhor?? se não rolar nada pela madrugada já é um bom passo na direção de um ótimo bom dia, afinal quem não gosta de acordar agarradinho com quem se ama?

ah fala sério! Pequenas coisas que fazem um bem enorme para a alma. Não é?
Então pratique! Começe hoje!
O pior que pode acontecer é vocês dois tornarem isto num delicioso costume. E num vicio saudavelmente irresistível!!

Rotina? Xô com ela!
Existe um texto da Martha Medeiros que fala deste assunto, gosto muito dele, óbviamente há trechos dele misturados aqui, portanto dê-se assim o devido crédito.

Na Cozinha

Uma Receita Antiga:

A mulher saiu da costela do homem.
Não dos pés para ser pisoteada.
Nem da cabeça para ser superior.
Mas do seu lado, para ser igual.
Debaixo do braço, para ser protegida.
E ao lado do coração para ser amada.
Do livro hebreu Talmud

Normalmente as melhores receitas são aquelas feitas com carinho.

não é tão melhor assim??

boa de fazer, melhor ainda de servir, e ah, é pra você!!