quinta-feira, 7 de junho de 2007

vivemos esquecendo

Toda hora, todo dia nos esquecemos alguma coisa não é? As chaves de casa, um compromisso, um detalhe, a data de aniversário de alguém, o dia de aniversário do namoro/casamento, uma conta que devia ser paga, filhos trancados dentro de casa, e por aí vai.

E o custo é alto, chateação, multas, juros, aborrecimento, brigas, e o stresse indo para as alturas.

E porque nós esquecemos? Diferente dos computadores, não temos a capacidade de assimilar tudo que temos vontade e ou necessidade, estamos sempre tentando fazer tudo, dar conta de tudo, e o erro vai começando aí.

A conseqüência também é que nos acabamos nos esquecendo de outras coisas: do prazer e do sabor da espontaneidade, das coisas do dia a dia que devem e podem ser apreciada: afinal surpresas fazem bem a que as faz como para que é contemplado, e no dia a dia da gente acho que nos esquecemos disto.

Talvez seja melhor tentar não fazer tudo, dividir, delegar, compartilhar, e trabalhar dentro dos próprios limites deveria ser uma meta a ser perseguida com tenacidade e aplicação.

Temos esquecido tanto que nos esquecemos de nos mesmos, e ao olhar para traz ficamos sem entender o tempo dias, meses, anos, que não nos dedicamos a nada para nós, nem cinema, nem teatro, nem mesmo papear com os amigos na mesa de um restaurante sem hora para ir pra casa, e freqüentemente a gente se pega pensando como foi que isto aconteceu não é?

Pois é acho que temos que nos esforçar para viver esquecendo menos e assim Não esquecer de viver.

3 comentários:

Janaina disse...

Brigada pelo comentário de hoje, Dani. Muito obrigada mesmo.
Beijos.

Carmim disse...

Importante lição a que deixa neste texto.
De facto, andamos pela vida tão apressados que vamos esquecendo algumas das coisas mais importantes.
A diferença entre sobreviver e viver é gigantesca, convém que não esqueçamos isso.

Beijos

Ana disse...

Verdade pura. Tenho tão pouco tempo, e tanta coisa pra fazer... E acaba dando uma preguiça que não me deixa fazer nada.